Todas as empresas que dependem de tecnologia precisam de alguém que responda por ela: arquitetura, equipa, fornecedores, segurança e custos. Mas nem todas estão no momento de contratar um CTO a tempo inteiro. É aí que entra o CTO as a Service.
O que é, na prática
Um líder técnico sénior que atua em regime parcial, participa nas decisões estratégicas, estrutura a equipa e os processos e acompanha a execução. Traz experiência de outras empresas e setores sem o custo e o tempo de uma contratação executiva.
Quando faz sentido
- A empresa cresceu mais depressa do que a TI e ninguém tem a visão do todo: sistemas, contratos e riscos.
- Há um produto digital para construir e falta quem traduza o negócio em arquitetura e roadmap.
- A relação com os fornecedores tornou-se dependência, sem indicadores nem capacidade de avaliar o que é entregue.
- Aproxima-se uma grande decisão: uma migração, uma nova plataforma, a expansão internacional ou a entrada num mercado regulado.
O papel do CTO não é escrever código. É garantir que a tecnologia certa está a ser construída da forma certa.
Como avaliar se está a funcionar
Em poucos meses aparecem os sinais: prioridades claras, um roadmap que a administração entende, fornecedores com SLA, uma equipa mais autónoma e decisões técnicas documentadas. E, quando chegar a hora de contratar um CTO a tempo inteiro, a casa estará arrumada para o receber.
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